Archive for Sites de Busca

Encontre Chuck Norris no Google, Se Você For Capaz

Esta dica é do Kibeloco. Parece que temos mais um candidato a engraçadinho da Web.

Tente entrar no Google e digitar “find Chuck Norris” na caixa de busca. Então pressione “Estou com sorte” (ou “I’m feeling lucky” caso a sua interface seja em inglês) e você verá o seguinte resultado:

Google won’t search for Chuck Norris because it knows you don’t find Chuck Norris, he finds you.

No standard web pages containing all your search terms were found.

Your search – Chuck Norris – did not match any documents.

Suggestions:

* Run, before he finds you
* Try a different person

Sensacional! 🙂

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Yahoo! Testando Delicious Em Resultados de Busca

Desde a última semana, o Yahoo! tem testado o uso de informações de bookmarks do del.icio.us em resultados da busca orgânica, apostando na tendência de conteúdo gerado pelo usuário na apresentação das páginas mais relevantes. Tal recurso oferece ao usuário de busca mais um fator de utilidade para determinar o seu interesse por um dos itens apresentados pelo buscador.

Yahoo Exibe Bookmarks do del.icio.us

Particularmente, acho que é um avanço positivo que pode prover grandes insights ao Yahoo! no refinamento do seu algoritmo de busca. A entrada de conteúdo gerado pelo usuário no produto mais popular da empresa faz eco à sua aposta nesse mercado, após o sucesso do ótimo Yahoo! Answers, que tem uma versão tupiniquim chamada Yahoo! Respostas.

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Busca Local e Busca Vertical

O Search Engine Journal divulgou hoje a abertura da abrangência do serviço de busca local Grayboxx para todo o território norte-americano. Seu curioso sistema consiste em identificar automaticamente milhões de transações realizadas em estabelecimentos comerciais todos os dias nos Estados Unidos para classificar os resultados de busca de acordo com um critério de popularidade de indicações ou recomendações.

A idéia é ótima, mas a usabilidade do site me parece um problema, principalmente pelo uso desnecessário de layers sobre o conteúdo para a exibição dos detalhes. Outro problema é a carência de informações e reviews sobre os estabelecimentos mesmo em buscas simples como “restaurant” em Nova York. Ainda fico com o CitySearch.

Outro assunto que gostaria de destacar hoje aqui é um artigo de Sramana Mitra no GigaOM sobre o calcanhar de Aquiles do Google. Trata-se da difusão das buscas verticais ou especializadas nos Estados Unidos e a tendência de crescimento desse mercado, o que pode roubar um bom pedaço do market share de gigantes da busca como a empresa de Mountain View. Sramana enfatiza o exemplo dos sites de busca de emprego, como o SimplyHired, o Dice, o Indeed e, claro, o LinkedIn.

Boa, hagah! 😉

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Search 2007: O Que Aprendemos

2008 chegou. É hora de olhar para 2007 e projetar o novo ano com base nos erros e acertos do ano passado.

Para a indústria da busca, tivemos um ano especialmente peculiar. A busca universal do Google mudou a forma como as páginas de resultados (SERPs) são exibidas na nossa tela. Logo depois, o Ask.com apareceu com seus resultados mistos dispostos em 3 colunas, o chamado Ask3D. E o Yahoo!, em outubro, lançou a sua “blended search“, também seguindo os passos do principal rival.

Do lado das redes sociais, tivemos algumas adições interessantes no “buscaverso”. O Mahalo e o esperado Wikia Search (prometido para a próxima semana) aproveitam as características de colaboração da Web 2.0 e as aplicam no conceito de busca. Além disso, com a expansão do universo das redes sociais, sites como Wikipedia, Facebook, Del.icio.us e similares passaram a ser a nova coqueluche dos search marketers por serem instrumentos de rápida propagação de “votos” para os algoritmos de buscadores.

Uma crise no mundo de SEO colocou em dúvida o futuro da função em decorrência das últimas mudanças nos principais sites de busca. Busca personalizada, busca universal e o fortalecimento dos links externos na avaliação dos algoritmos responsáveis pelos cálculos das buscas estão tirando, cada vez mais, o controle das mãos dos otimizadores. Seria o momento de começarmos a pensar mais em marketing online ao invés de pensar apenas em search marketing?

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Internet 3G, Vírus Social e Árvores de Natal

De volta da serra após uma noite de tempestades lá em cima das montanhas, estou em dívida com os migloggers para descrever como foi a minha mais recente e derradeira experiência com a banda larga do Claro 3G para laptops. Uma droga! Perdão pela forma que estou colocando. Na verdade, nem trata-se de uma avaliação da tecnologia 3G em si, uma vez que Veranópolis e a serra gaúcha como um todo ainda não fazem parte da cobertura de terceira geração. Mas a rede GSM, infelizmente, não deu conta no local onde passei o meu Natal 😦

Completando, então, o meu quadro de testes da recepção do Claro 3G, estou assim:

Porto Alegre – ruim
Capão da Canoa* (litoral norte do RS) – boa
São Paulo – muito boa
Veranópolis* (serra gaúcha) – muito ruim

*GSM

A recepção do sinal 3G tem melhorado aos poucos aqui em Porto Alegre, mas mantenho a avaliação anterior devido à instabilidade que ainda tenho percebido. Considerando que é 3G, espera-se, no mínimo, acessibilidade permanente e velocidade estável, como a experiência que tive em São Paulo recentemente. Caso isso mude (para melhor, eu espero), certamente voltarei a postar aqui um update da minha avaliação, afinal, temos que ser justos, certo? 😉

Bom, agora que o especial do Roberto Carlos já acabou e muitos de nós já acompanhamos a trajetória do Papai Noel pelo YouTube ou pelo Google Maps/Earth neste Natal, está na hora de voltarmos a cair na real, pelo menos por mais alguns dias até que 2008 não nos arrebate de vez.

Vírus Social

Este Natal foi particularmente curioso para a rede social mais difundida no Brasil: o Orkut. Um blogueiro auto-denominado RodLac descobriu uma vulnerabilidade no sistema do Google e resolveu fazer uma “brincadeira” espalhando um vírus “benigno” pelo Orkut. A idéia inicial era divulgar o seu próprio blog, mas o rapaz desistiu da idéia temendo que isso pudesse sujar a sua imagem. A equipe responsável pelo Orkut já corrigiu o problema e, até onde se sabe, o Google não o contratou. Tsc, tsc, tsc…

Árvores de Natal

Outra coisa relacionada a Natal mas que nada tem a ver com ele (entende?), é uma nova opção de interface de resultados de busca que parece ser o novo Tsunami, isto é, a onda do momento. A Microsoft já andou testando uma interface alternativa para o Tafiti, sua busca experimental totalmente baseada em Silverlight.

O resultado é uma experiência, no mínimo, interessante na navegação por resultados de busca e no seu refinamento. Mas o que mais me chamou a atenção foi a presença de uma “tree view” para visualizar a query da Web. É bom lembrar que, recentemente, o YouTube adicionou um modelo de navegação por vídeos relacionados muito semelhante em seu player. Apesar de não ter o formato literal de árvore, o conceito de hierarquias de relevância e conexão é o mesmo:

Tree View do YouTube e do Tafiti

Ah, sim… Bem atrasado, mas… Feliz Natal a todos os migloggers! 🙂

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Google Organizando As Informações do Mundo?

Temos visto, já há algum tempo, diversos testes e novas implementações no produto de busca mais usado da internet: o Google. São mudanças e aprimoramentos no algoritmo responsável por entregar os melhores resultados, mas também são integrações estratégicas e auto-referências que nos fazem questionar até onde o Google vai na consolidação da sua hegemonia frente aos demais buscadores.

Logo do Google de final de anoAlguns aspectos recentes (e outros nem tanto) têm provocado uma particular curiosidade em mim, sobretudo no que diz respeito aos efeitos nas páginas Web mais populares do planeta: as páginas de resultados de busca (também abreviadas como SERPs). Além disso, tenho pensado muito sobre o Google como empresa e o impacto do seu real modelo de negócio (publicidade) no mundo hoje. Abaixo destaco alguns desses pontos.

Knol x Wikipedia

O Google anunciou na semana passada o projeto do Knols, sua resposta para a Wikipedia. Trata-se de uma plataforma de compartilhamento de conhecimento (daí o nome “knol”, do inglês “knowledge”) através do qual os usuários contribuem com assuntos do seu expertise e são capazes de editar e adicionar conteúdo, postar perguntas, classificar knols, entre outras atividades baseadas em comunidade.

Até aí, tudo bem. Sabemos dos esforços do Google como facilitador de acesso às informações. Agora, veja este trecho do comunicado oficial:

“At the discretion of the author, a knol may include ads. If an author chooses to include ads, Google will provide the author with substantial revenue share from the proceeds of those ads.”

Não poderia ser diferente. Eis mais uma grande fonte de receita para a gigante de Mountain View. Percebem? Mais conteúdo gerado por usuários significa mais inventário para uma publicidade contextual. Bingo! Então você me pergunta: mas, Miguel, o que isso tem a ver com páginas de resultados de busca? E eu respondo: tudo!

Veja, por exemplo, uma busca por “santos dumont” ou “albert einstein“. Achou tendencioso? Então tente a palavra-chave mais buscada do ano: “iphone“. Notou alguma semelhança nos resultados da busca orgânica? Mesmo? Dê uma olhada nos primeiros sites listados. Você vai, provavelmente, ver a Wikipedia no topo. E este é o meu ponto.

Com o Knols, o Google não apenas estará atacando o privilegiado posicionamento da Wikipedia em seus resultados, como estará promovendo o seu “próprio” conteúdo, ou seja, o conteúdo que ele mesmo monetiza para si. Não que não seja relevante, bem pelo contrário. Eu queria justamente apontar os dois lados da moeda, afinal, o Google pode ter fama de bom samaritano, mas não é bobo 😉

Orkut nos resultados do Google

O blog Undergoogle destacou nos últimos dias a inclusão de informações de perfil do Orkut nas buscas do Google. Uma nova opção surgiu nas configurações da rede social permitindo ao usuário disponibilizar ou não as suas informações pessoais no buscador.

Os perfis aparecem nos resultados de busca (para quem está logado no Orkut) na forma de uma OneBox, uma caixa com um resumo do usuário que inclui nome, foto e localidade. Geralmente, a OneBox aparece no topo ou no final da página de resultados. Trata-se ainda de uma fase de testes e, portanto, limitada apenas a alguns usuários.

Blogs e notícias na primeira página

O Google comprou o Blogger, sistema de gerenciamento de blogs que compete com o WordPress (e, ironicamente, apresenta um código bem inferior para SEO). Também incorporou blogs em sua busca universal. E o Googlebot, por default, tende a passar mais vezes em sites atualizados de maneira mais freqüente, como… blogs! 🙂

Da mesma forma, a busca universal do Google também passou a incluir notícias do Google News, cujo conteúdo é adicionado pelos próprios provedores de notícias e aprovado editorialmente pelo Google (nada de robô aí). A emblemática CNN e o grupo Time Warner como um todo têm parceria com a empresa de Mountain View. A tal parceria envolveu, há dois anos, um negócio no qual o Google aceitou desembolsar 1 bilhão de dólares por 5% de participação na AOL, empresa integrante do conglomerado de mídia. Mas não foi tudo. Concordou em oferecer um crédito de 300 milhões de dólares em links patrocinados por um período de 5 anos.

Ah, eu mencionei que o The New York Times é site parceiro da rede de conteúdo do Google (AdSense)?

DoubleClick e a nova cruzada do Google

Agora é oficial. A Federal Trade Commission (FTC) finalmente aprovou a fusão da DoubleClick com o Google sob o argumento de que as duas empresas são detentoras de modelos de negócio “complementares”. Faz sentido se considerarmos as demais aquisições realizadas em 2007: Yahoo! comprando a Right Media; AOL adquirindo a ADTECH AG e a TACODA; WPP Group queimando verdinhas pela 24/7 Real Media e a Microsoft desembolsando 6 bilhões de dólares pela aQuantive, além da compra da AdECN Inc. Nada mais justo, certo?

Olhando para trás neste ano de 2007, é muito difícil de visualizar o Google simplesmente “organizando as informações do mundo e tornando-as universalmente acessíveis e úteis”. Talvez Mountain View ainda mantenha essa missão. Agora, não se pode falar o mesmo do resto do mundo, não é verdade? 😉

Que venha o Ano Novo!

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Busca Universal do Google Incluirá Blogs

Uma nova página para os livros de história dos sites de busca começa a ser escrita nos próximos dias, quando o Google lançará uma novidade na sua busca universal (universal search): blogs. Espera aí! Mas os resultados de busca já não incluem blogs? Yep!

Segundo Marissa Mayer, a V.P. de produtos de busca e experiência do usuário, as buscas agora deverão retornar resultados enriquecidos com o conteúdo de blogs de forma semelhante a outras fontes que hoje já fazem parte da busca universal, como vídeos, imagens, livros, mapas, entre outras.

Ao ler a notícia, pensei que isso poderia vir a representar uma ameaça dependendo da forma como o algoritmo deverá tratar vários blogs em um mesmo resultado, visto que hoje eles tendem a considerá-los como páginas Web normais, porém existem aí grandes oportunidades de visibilidade em resultados de busca que hoje não exibem blogs nas primeiras páginas, por exemplo. Sabemos que os buscadores valorizam muito a idade e a popularidade de uma página, o que elimina em grande parte o conteúdo mais recente da Web. A entrada das notícias do Google News e, agora, dos blogs através do universal search pode ser um movimento favorável para a evolução dos buscadores, uma vez que o usuário também busca por conteúdo de caráter imediatista, que é uma das características dos blogs.

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