Archive for janeiro, 2008

Encontre Chuck Norris no Google, Se Você For Capaz

Esta dica é do Kibeloco. Parece que temos mais um candidato a engraçadinho da Web.

Tente entrar no Google e digitar “find Chuck Norris” na caixa de busca. Então pressione “Estou com sorte” (ou “I’m feeling lucky” caso a sua interface seja em inglês) e você verá o seguinte resultado:

Google won’t search for Chuck Norris because it knows you don’t find Chuck Norris, he finds you.

No standard web pages containing all your search terms were found.

Your search – Chuck Norris – did not match any documents.

Suggestions:

* Run, before he finds you
* Try a different person

Sensacional! 🙂

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Yahoo! Testando Delicious Em Resultados de Busca

Desde a última semana, o Yahoo! tem testado o uso de informações de bookmarks do del.icio.us em resultados da busca orgânica, apostando na tendência de conteúdo gerado pelo usuário na apresentação das páginas mais relevantes. Tal recurso oferece ao usuário de busca mais um fator de utilidade para determinar o seu interesse por um dos itens apresentados pelo buscador.

Yahoo Exibe Bookmarks do del.icio.us

Particularmente, acho que é um avanço positivo que pode prover grandes insights ao Yahoo! no refinamento do seu algoritmo de busca. A entrada de conteúdo gerado pelo usuário no produto mais popular da empresa faz eco à sua aposta nesse mercado, após o sucesso do ótimo Yahoo! Answers, que tem uma versão tupiniquim chamada Yahoo! Respostas.

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MacBook Air: O Novo Filho da Apple

Todo lançamento de Steve Jobs é motivo de interesse dos entusiastas por tecnologia e, em casos mais graves da doença chamada “macmania”, de louvores. O seu mais novo PC não poderia ser diferente. E, claro, o design é de babar.

Lançado na mundialmente famosa Macworld Conference & Expo 2008, berço do já super-idolatrado iPhone, o igualmente sexy MacBook Air nada mais é do que um notebook. Mas não é um simples notebook! Trata-se do mais fino do mundo, com características tão ousadas que nos faz questionar o seu sucesso.

O computador aposta nas conexões wireless com dispositivos periféricos e, portanto, não oferece drive de CD, por exemplo. Isso explica a espessura. Mas veja como o teclado e o touchpad (multi-touch na veia!) parecem infinitamente mais confortáveis no MacBook Air:

É, preciso acabar logo com esse preconceito idiota de Mac e me render de vez ao mundo fantástico de Jobs 🙂

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Busca Local e Busca Vertical

O Search Engine Journal divulgou hoje a abertura da abrangência do serviço de busca local Grayboxx para todo o território norte-americano. Seu curioso sistema consiste em identificar automaticamente milhões de transações realizadas em estabelecimentos comerciais todos os dias nos Estados Unidos para classificar os resultados de busca de acordo com um critério de popularidade de indicações ou recomendações.

A idéia é ótima, mas a usabilidade do site me parece um problema, principalmente pelo uso desnecessário de layers sobre o conteúdo para a exibição dos detalhes. Outro problema é a carência de informações e reviews sobre os estabelecimentos mesmo em buscas simples como “restaurant” em Nova York. Ainda fico com o CitySearch.

Outro assunto que gostaria de destacar hoje aqui é um artigo de Sramana Mitra no GigaOM sobre o calcanhar de Aquiles do Google. Trata-se da difusão das buscas verticais ou especializadas nos Estados Unidos e a tendência de crescimento desse mercado, o que pode roubar um bom pedaço do market share de gigantes da busca como a empresa de Mountain View. Sramana enfatiza o exemplo dos sites de busca de emprego, como o SimplyHired, o Dice, o Indeed e, claro, o LinkedIn.

Boa, hagah! 😉

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Google Earth: O Mundo Na Ponta dos Dedos

O blog Google Operating System acabou de divulgar um aplicativo, denominado touchEarth, desenvolvido por Pawel Solyga a partir de uma API, que permite o controle do Google Earth através dos dedos em uma interface touchscreen.

Veja uma demonstração no vídeo abaixo:

Muito bacana, né? O mais interessante é o reconhecimento de mais de um ponto de toque (“multi-touch”). Lembra bastante o modelo utilizado pela Microsoft para o fantástico Surface.

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Eye Tracking versus Mouse Tracking

Os mais ligados em usabilidade para a Web já devem ter, pelo menos, ouvido falar sobre o “eye tracking”, uma técnica utilizada para testes de usabilidade de sites, mas não restrita apenas a isso. Na verdade, a sua história vem do século 19 com os primeiros estudos do movimento dos olhos humanos. Mas o meu papo aqui é sobre internet mesmo.

A vantagem de se analisar o movimento dos olhos de um usuário durante a navegação em um site é entender cientificamente o reflexo involuntário do seu cérebro ao ser apresentado a um conjunto de informações visuais. Através do eye tracking, podemos identificar focos de atração na página Web, elementos que conduzem o “escaneamento” do seu conteúdo.

A imagem abaixo mostra um “heatmap” baseado no eye tracking de uma página:

Heatmap de um caso de eye tracking

Fica clara a tendência de concentração dos olhos dos usuários nos primeiros parágrafos de conteúdo da página formando o famoso “F” apontado por Nielsen. Mas preste atenção no poder da primeira lista de itens. Diversos estudos já comprovaram a eficácia das “bulleted lists” na leitura das páginas de internet, tanto que hoje figuram em diversos artigos e publicações sobre webwriting.

Embora hoje seja um método científico bastante difundido e eficaz para a análise do comportamento do usuário, o eye tracking não é a única forma visual de se estudar a interação em um site. Outra técnica que tem conquistado espaço é o mouse tracking, que consiste na gravação do movimento do cursor do mouse durante a navegação em um site. Tão simples assim.

Em um primeiro momento, o mouse tracking pode até parecer inútil se comparado ao eye tracking, mas a verdade é que os dois funcionam muito bem juntos. Se por um lado eu sei para onde o internauta está olhando, o movimento do cursor do mouse agrega uma informação muito relevante para a análise da sua interação. Veja o vídeo abaixo com um exemplo de aplicação das duas técnicas:

O exemplo acima mostra os momentos em que há uma sincronia entre os olhos e o mouse e quando ambos divergem. Analisando mais profundamente, você perceberá que a qualquer oportunidade ou intenção do usuário para clicar, a tendência é que o cursor do mouse se aproxime do ponto onde os olhos estão fixados. Onde não há potencial para o clique, cursor e olhos divergem.

Há pouco tempo, fiquei sabendo de uma ferramenta gratuita de mouse tracking através de uma designer de interface que trabalha no mesmo núcleo de projetos que eu no Grupo RBS. Trata-se do RobotReplay e existem alguns vídeos demonstrativos bem interessantes em seu site oficial. Ainda não tive a oportunidade de testá-lo, mas ele está definitivamente na minha “to-do list” 🙂

E você? Já testou o mouse tracking?

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Search 2007: O Que Aprendemos

2008 chegou. É hora de olhar para 2007 e projetar o novo ano com base nos erros e acertos do ano passado.

Para a indústria da busca, tivemos um ano especialmente peculiar. A busca universal do Google mudou a forma como as páginas de resultados (SERPs) são exibidas na nossa tela. Logo depois, o Ask.com apareceu com seus resultados mistos dispostos em 3 colunas, o chamado Ask3D. E o Yahoo!, em outubro, lançou a sua “blended search“, também seguindo os passos do principal rival.

Do lado das redes sociais, tivemos algumas adições interessantes no “buscaverso”. O Mahalo e o esperado Wikia Search (prometido para a próxima semana) aproveitam as características de colaboração da Web 2.0 e as aplicam no conceito de busca. Além disso, com a expansão do universo das redes sociais, sites como Wikipedia, Facebook, Del.icio.us e similares passaram a ser a nova coqueluche dos search marketers por serem instrumentos de rápida propagação de “votos” para os algoritmos de buscadores.

Uma crise no mundo de SEO colocou em dúvida o futuro da função em decorrência das últimas mudanças nos principais sites de busca. Busca personalizada, busca universal e o fortalecimento dos links externos na avaliação dos algoritmos responsáveis pelos cálculos das buscas estão tirando, cada vez mais, o controle das mãos dos otimizadores. Seria o momento de começarmos a pensar mais em marketing online ao invés de pensar apenas em search marketing?

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